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Segunda-feira, Fevereiro 6, 2023
Desporto

ÁGUIAS CRITICAM «CORPORATIVISMO BACOCO» DA APAF

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O Benfica reagiu ao processo disciplinar que foi instaurado ao clube pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol na sequência de uma participação da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF).

«Já não nos surpreende que o Conselho de Disciplina abra processos ao Benfica motivados por queixas da APAF. O corporativismo bacoco é uma das caraterísticas proeminentes desta associação, a qual parece mais preocupada na defesa dos árbitros só porque sim, ao invés de envidar esforços na defesa do setor como um todo, lutando, por exemplo, pela promoção da transparência na arbitragem, em particular nas comunicações entre árbitros e VAR, e de uma auditoria externa ao VAR nos lances de fora de jogo para que, de uma vez por todas, se credibilize a utilização desta ferramenta, dois dos aspetos indicados pelo Benfica como fundamentais para a melhoria do futebol português», lê-se na newsletter publicada no site oficial do clube.

O Benfica também se pronunciou sobre o processo instaurado a Rui Pedro Braz.

«O diretor-geral para o futebol profissional do Benfica é também alvo de um processo por parte do Conselho de Disciplina. O que fez Rui Pedro Braz? De forma urbana e respeitadora, além de reconhecer que se excedeu no banco de suplentes, pediu respeito pelo Benfica e mencionou duas decisões de arbitragem polémicas que todos os analistas asseveraram terem sido mal ajuizadas em prejuízo do Benfica. A abertura do processo nestas circunstâncias diz muito sobre a forma como o Benfica tem sido tratado. Esta sanha persecutória é totalmente descabida e incompreensível. É, ironicamente, mais uma evidente falta de respeito para com uma instituição que merece e tem de ser respeitada.»

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